As suas mãos escorrem feito cachoeira em penhasco
Que derrama suas histórias, úmidas
Sobre as folhas verdes e escuras
Cheias de mordidas de lagartas
Afiadas por descarregar a fúria da relva noturna
As flores sofrem caladas
Assim como tua face serena
Que engana até o mistério do silêncio
Em meio a tortura e esquecimento
Pétalas se misturam ao amor, sem medo.

“Pode falar, não importa
O que eu tenho de torta,
Eu tenho de feliz,
Eu vou cambaleando
De perna bamba e solta.”
23 janeiro, 2012 no 20:16
deliciosamente apaixonante <3